Transtorno Psiquiátricos e a reabilitação humana em ex - presidiários
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
DOI
Resumo
As razões para o aumento significativo de transtornos psiquiátricos em ex-presidiários no Brasil podem ser
destacadas pelo impacto das leis não eficazes estruturadas pelos políticos do país. Exemplificando assim,
é trago inúmeros pontos que validam a falta de infraestrutura, como a superlotação e o completo descaso
dos governantes, fatores que somam significativamente para tal fracasso, transformando locais que serviria
para uma reabilitação humana, o qual visa os direitos humanos, passando a ser verdadeiras “escolas do
crime”, aumentando ainda mais tais comportamentos marginalizados. Trata-se de um estudo de revisão
narrativa da literatura que investigou artigos e teses científicas da base de dados eletrônicos SCIELO,
PEPSIC e leituras sobre o assunto dos autores Wacquant (2001), Damas (2013), dentre outros escritores
no período de mais ou menos vinte anos. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi iniciar a discussão
referente ao sistema carcerário brasileiro, apresentando sua má estruturação do início ao fim, fatores que
dificultam cada vez mais a ressocialização humana e instigam ainda mais o comportamento executado.
Sendo assim, é visto a necessidade da criação de políticas públicas e sociais para erradicação da
pobreza, gerar empregos, reestruturar a educação, e principalmente investir em materiais que abordam
à prevenção da criminalidade, avaliando, desta forma, os fatores que condicionam o indivíduo a praticar
crimes e posteriormente garantir sua ressocialização, construindo assim de fato, um sistema que
funcione. Conclui-se que a crise no sistema carcerário só poderá ser resolvida quando os políticos
juntamente com a sociedade tiverem vontade de solucionar o problema. Passando por um sistema mais
humanizado e que de fato auxilie no processo de reeducação ao preso, ofertando estudo e um trabalho
profissionalizante.
Descrição
Orientadora: Profª Ma. Jessika Rodrigues Alves