O COMPORTAMENTO ALIMENTAR NA PANDEMIA DO COVID-19
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Resumo
Introdução: Este artigo discute um dos graves problemas enfrentados com a Pandemia
do COVID-19 - o comportamento alimentar durante o isolamento. Ao se implantar o
distanciamento e o isolamento social no combate ao vírus, uma das preocupações foi a
de estocar alimentos, o que se tornou um agravante para a mudança no comportamento
alimentar durante esse período. Outro agravante foi o tempo nas telas - aulas online,
reuniões, lives e entretenimento. Com isso, agravou-se, ainda mais o sedentarismo já
que, nessa ocasião as academias e as escolas, locais adequados e indicados para o gasto
calórico foram fechados, diminuindo a atividade física da população. Diante disso, a
presente pesquisa busca compreender o quanto o evento da Pandemia influenciou
significativamente no comportamento alimentar da população e como os estudantes e
profissionais da área da saúde podem ser essenciais na mudança desse tipo de
comportamento e acometimento à saúde, já que, dependendo do grau e tipo desse
comportamento, a saúde tanto física quanto psíquica é afetada. Objetivo: Investigar as
possíveis alterações do comportamento alimentar da população durante o período de
Pandemia e como os profissionais da saúde, podem contribuir para alterar esse cenário.
Metodologia: Estudo realizado a partir de uma revisão narrativa da literatura. Nesse
trabalho, foram utilizados, além de artigos científicos escritos em Português, alguns
livros, como o DSM-V e “Psicopatologia E Semiologia dos Transtornos Mentais”,
(DALGALARRONDO, 2019). Para os artigos, foram usados, como base de dados, CAPES,
SciELO e Bvsalud, sendo considerado o limite de tempo, para publicação, entre 2011 e
2022. Resultados: Diante os resultados apresentados nesse estudo, pode-se dizer que
houve sim, de modo geral, uma mudança no comportamento alimentar em razão da
Pandemia do Covid-19, principalmente por fatores como o isolamento, ambiente
familiar, saúde mental da população, entre outros. Pode-se dizer também que a
alimentação e as escolhas alimentares representam necessidades não apenas
fisiológicas, mas também prazerosas, fazendo-se necessário conhecer e entender os
fatores pelas quais os indivíduos escolhem determinados alimentos. Esse trabalho, com
o objetivo concluído, ainda revela a necessidade da atuação dos profissionais da saúde,
inclusive da Psicologia, não só com procedimentos de intervenção, como também
atendimentos com caráter preventivo.
Descrição
Orientadora: Vania Maria de Oliveira Vieira