CONDUTA CLÍNICA E FARMACOLÓGICA RELACIONADA À PACIENTES PEDIÁTRICOS PORTADORES DA DOENÇA DIABETES MELLITUS: REVISÃO DE LITERATURA
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Resumo
A Diabetes Mellitus (DM) é definida como uma perturbação crônica do metabolismo
dos carboidratos caracterizada por hiperglicemia em jejum. Existem vários tipos de
DM, porém as mais comuns são a tipo 1 e a tipo 2. A DM tipo 1 geralmente é
diagnosticada de forma precoce prevalecendo na infância e adolescência devido a
destruição autoimune de células betapancreáticas. Sua ausência no organismo
causa a produção de substâncias tóxicas denominadas corpos cetônicos resultando
em mal-estar e náuseas, como consequência causa deficiência na secreção de
insulina, tonando o paciente insulino dependente. Já a DM tipo 2 ocorre mais em
adultos acima de 40 anos sendo caracterizada pela resistência das células à insulina
frequentemente associada à obesidade. Nesse caso, não há necessidade do uso de
insulina pelo paciente, porém ele necessita de controle glicêmico adequado.
Embora, muitos estudos estão sendo demonstrados que esse tipo de diabetes
também está acometendo crianças e adolescentes devido à obesidade que vem se
tornando um fator cada vez mais presente na infância. Diante as condutas clínicas e
farmacológicas deve-se respeitar os horários de atendimento logo pela manhã, o
anestésico de escolha não deve conter vasoconstritor diante pacientes
descompensados, os períodos de atendimento deverão ser de forma curta,
identificação dos sinais e sintomas, realização de profilaxia antibiótica quando
necessário e encaminhamento médico quando o paciente ainda não foi
diagnosticado ou está descompensado.