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Título: MANUAL DE REDAÇÃO JORNALÍSTICO: SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA DE ENSINO POR MEIO DE ESTRANGEIRISMOS E SIGLAS
Autor(es): Almeida, Vitor Sergio de
Palavras-chave: Manuais Redacionais
Jornalismo
Fundamentos educacionais
Processos e práticas de ensino
Sigla
Estrangeirismo
Data do documento: 29-Ago-2012
Resumo: Este trabalho tem como enfoque primordial a descrição e análise de três manuais de redação e estilo, Manual da redação: Folha de São Paulo”, da Publifolha, “Manual de Redação e Estilo” de O Estado de São Paulo, de autoria de Eduardo Martins e “O Globo – Manual de redação e estilo”, organizado e editado por Luiz Garcia. O corpus de análise dessa dissertação, depois de refletir acerca dele e defini-lo, deve-se mostrar a importância dessa coletânea de normas e dicas para o meio didático (relação de ensino e aprendizagem) e jornalístico. Logo, a abrangência secundária desse trabalho é levar tal reflexão para os cursos de comunicação (jornalismo) das instituições superiores e para os profissionais (redatores, repórteres, editores, revisores) que atuam (ou não) nos três veículos de informação cujas obras são referenciais teóricos e que devem pontuar suas produções escritas, ou seja, analisar como todos que atuam (independente da parte ou linha editorial e da empresa) com a prática textual relacionada com a propagação de informação se relacionam com o manual. Desta maneira, por meio desse estudo, visa-se também descobrir se os próprios segmentos do grupo Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e O Globo seguem as suas próprias recomendações, tomando por base o uso de siglas e estrangeirismos (outros dois corpus que estão contidos nos manuais) dos seus manuais. Evidencia-se principalmente que a abrangência primordial desse trabalho é saber a intensidade da sintonia da utilização do manual, se ele pode ser considerado (para os estudantes e professores que lidam e precisam da comunicação escrita) uma ferramenta, uma espécie de referência para as produções textuais. Especificando, em âmbito educacional, busca-se saber até que ponto ele é usado em sala de aula pelos dois principais sujeitos do processo educacional: o professor e o aluno. Em seguida, busca-se averiguar e medir a proximidade da fala, da explicação (por meio do manual) do professor com o aprendizado dos estudantes relação que se torna a base da tríade redação-docente-discente. Entende-se que a educação, encarada enquanto um processo de formação humana, exerce uma interpelação entre ensino e formação humana, tornando-se um preceito extremamente relevante no que tange o envolvimento social, formação humana, construção do conhecimento, participação profissional e, neste caso, engajamento com as normatizações e definições de verbetes textuais. Enfim, nesta dissertação, após o estudo criterioso sobre os manuais, tende-se também a pontuar algumas tendências, recorrências observáveis e pertinentes à prática docente comunicacional, ou seja, saber se o professor e aluno devem tê-lo como uma ferramenta em suas aulas. Essa pesquisa contou com as pesquisas bibliográfica, documental e descritiva. Evidencia-se que foi utilizado o contato pessoal qualitativo e quantitativo, pois com ele obteve-se o maior número de informações possíveis do entrevistado, tendo uma amostragem probabilística. Assim, algumas vantagens obtidas foram: controle das amostragens, possibilidade de instruir os resultados podendo incluir a informação, possibilidade de entrevista objetiva e clara. Dessa maneira, entrelaçou-se esse estudo com algumas reflexões educacionais. Então, a tendência é que as conclusões desse trabalho sirvam de arcabouço, de direcionamento das atividades e práticas em sala de aula, entre as editorias e no mercado de trabalho.
URI: http://dspace.uniube.br:8080/jspui/handle/123456789/804
Aparece nas coleções:2012

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